7 de julho de 2015

Maria Barroso


 Não gosto daquela procissão de "RIP" que se usa no facebook (não gosto de facebook e ponto final!), por isso venho a este cantinho (cada vez mais) escondido prestar a minha singela homenagem à MULHER que hoje nos deixou: Maria Barroso.

Não me ocorre acrescentar nada ao que já li por aí, só me resta dizer:
quando for grande quero ser como ela.

1 de julho de 2015

Irmãs de sangue, Um fogo eterno e Luz efémera



é uma trilogia das irmãs Stephanie e Barbara Keating, naturais do Quénia embora atualmente a morarem, uma em França e outra na Irlanda,

A história começa no Quénia em 1957 e conta a história de três amigas: a africânder Hanna van der Beer, a irlandesa Sara Mackay e a britânica Camilla Broughton Smith, que se conhecem desde crianças por frequentarem o mesmo colégio interno.
As férias e os fins de semana são sempre passados em Langani, a fazenda de Hanna, com os seus pais e irmão.

Embora com passagens por Londres, Dublin e Noruega, a história centra-se toda no Quénia.
Começa antes da independência, depois acontece a independência do país e finalmente num país autónomo (mas cheio de problemas, como acontece com a maioria dos países africanos, com feridas que custam a sarar).

No 1.º volume as amigas fazem um pacto de sangue e, embora a vida as vá separar fisicamente (Camilla vai para Londres, Sarah para Dublin, Hanna fica na fazenda), continuam unidas e a encontrarem-se com alguma frequência.

No 2.º volume, Hanna luta contra tudo e contra todos para preservar a fazenda e o seu casamento, Camilla singra em Londres e no mundo como top model e Sarah volta para o Quénia para se dedicar ao estudo dos elefantes.

No 3.º volume Hanna e o marido são donos da Fazenda Langani e do Safari lodge, Sarah casa e, juntamente com o marido, continua a sua luta  contra os caçadores furtivos e a corrupção que grassa no país.
Camilla, apesar de ter tantos homens aos seus pés, continua apaixonada pelo guia de safaris Anthony Chapman...

Ao reler o que escrevi em cima, pareço dar a ideia de que estes livros são um simples romance, mas não são, são muito mais que isto. Tem muita história e muita informação interessante, são envolventes ao ponto de não querer parar de ler.

Ficamos a conhecer um pouco da história do Quénia e com vontade de lá ir.


Ficha:
Título: Irmãs de sangue; Um fogo eterno; Luz efémera
Autoras: Stephanie e Barbara Keating
(edição ASA, 2007, 2009 e 2011)

22 de junho de 2015

Graças a Deus!

De cada vez que abro o computador e vejo certas fotos no facebook, é só o que me apraz dizer: graças a deus que, no tempo em que nasci, não havia tal coisa!
Será que esta gente não pensa?
Colocam fotos dos filhos bebés ou crianças muito pequenas (e não, não tenho a paranóia dos pedófilos) nas mais incríveis situações/poses/circunstâncias...
Ainda há bocado vi a foto de uma menina, completamente amuada ao colo da mãe. Uma foto horrorosa, sob todos os aspetos.
Já vi crianças seminuas, crianças a comer, a chorar, a fazer birra, doentes... enfim, um sem número de situações.

Pelo menos podiam ter um bocadinho de bom gosto e publicar apenas fotos bonitas, das crianças numa festa ou noutra circunstância feliz e apenas quando estivessem (bem) vestidas.

Será que um dia, quando estas criança crescerem, vão perdoar aos pais e aos avós o que mostraram delas?
Eu não perdoaria!

14 de junho de 2015

Uma fotografia por domingo (342)


Depois de um agradável passeio a pé (não tão bom assim porque ontem estava frio e vento)...
Mas pronto, quando o tempo melhorar, basta deixar o carro um pouco afastado e fazer este lindo caminho...


Para chegar... a Casablanca!


(Visto desta perspetiva não parece nada de especial, mas garanto que é um bar de praia muito interessante e agradável).

7 de junho de 2015

Uma fotografia por domingo (341)


bichos-da-seda

Bicho, bichinho, bichinho da seda...
Para o ano haverá mais, se eu não perder os ovos, como fiz com os anteriores...

5 de junho de 2015

Futebóis

Acho piada a estas guerras futebolistas: de repente não há crise, nem violência doméstica, até as guerras (as verdadeiras) ficam esquecidas.
Fala-se apenas em futebol, no Jesus (não o da Galileia), no Bruno-não-sei-das-quantas, no Luís Vieira...

Toda a gente se indigna só porque um tipo deixou um patrão e se mudou para outro, onde vai ganhar mais, muito mais.

O que nos devia indignar mesmo, é o facto desse tipo ir ganhar 16.500 € por dia!!
(fiz a conta à diária porque quando há muitos zeros fico tonta e baralhada...)

Só para terem uma ideia, quem ganha o ordenado mínimo ganha cerca de 6000 € por ano!
Já estão indignados que chegue?

30 de abril de 2015

Façamos greve!


Amanhã, mais uma vez, essa cambada que manda no país (os hiper-ricos donos dos hipermercados) prepara-se para voltar a fazer "promoções".

Vai haver uma greve de funcionários, mas duvido muito da sua eficácia.

Greve a doer devíamos ser nós, os consumidores, a fazer.
Que tal amanhã NINGUÉM fazer compras nessas lojas?

Eu vou fazer greve!

19 de abril de 2015